segunda-feira, 3 de maio de 2010

Por esperar

O elevador desceu,
chegou
e a porta não abriu.
O coração saltitante
perdeu a força
aos pouquinhos.
Os olhos arregalados
ficaram cerrados,
a pupila diminuiu,
e ele não abriu a porta.
A angústia da espera
sufoca,
machuca,
e às vezes chega a doer.
Vontade de sair daqui.
Até que um sorriso largo
surge no degrau da escada.
Uma voz que acalma
como borboletas
pousando no jardim.

1 comentários:

Eduardo Santos disse...

Meu comentário soa quase como um protesto: creio (assim dói menos) que a Srta. se esqueceu de colocar um 'siga-me' no blog... 'isso não se faz, Arnesto, mas nóis num se imporrrta.'. rsrs Belos poemas! Parabéns!! Visite: www.noticiasdacapitaldaprovincia.blogspot.com