sábado, 18 de abril de 2009

Um refúgio

Miguel Calmon é o meu refúgio.
Cidadezinha pregada nos montes,
recostada no horizonte que me faz sorrir.
A minha vontade é guardar
num potinho sua terra molhada
cheirando o verde da vegetação rasteira
e o branco do leite das vacas do brejo.
Lá a vida corre mansa, os dias se alongam
e o tempo se deixa saborear.

3 comentários:

zena cruz disse...

[b] Que lindo é bem isso mesmo eu nunca imaginei que eu diria isso ,acho que precisamos de uma certa distância pra captar toda a essencia , e foi isso que aconteceu hj eu diria o mesmo que vc e ainda acresentaria uma coisa foi lá que eu tive uma foração pra vida , apesar de ser uma cidade pacata onde todo mundo se conhece ,eu amo aquela terrina ....
a saudades de nós no colégiooooo

Lucas Franco disse...

Eu gostaria de ter morado no interior alguma parte de minha vida, para colocar na balança o que vale mais a pena: morar numa grande metrópole onde o dinheiro corre cotidianamente ou numa pequena cidade onde o contato com a natureza se faz mais presente, e sendo a natureza divina, porque não, um contato maior com Deus e consigo próprio? Meu refúgio é bem 'urbano': é o meu quarto, que moro há 2 décadas. Aqui me sinto a vontade, e ter ficado recentemente 2 meses longe de meu 'mundo particular' me mostrou o quanto é importante para mim, pois por mais que seja um espaço bem menor que uma cidade, é o lugar onde meus pensamentos fluem melhor, minha tranquilidade me abraça e meus sonhos tem esperança. Quero um dia visitar Miguel Calmon, e sentir um pouco do que esse texto me passou: paz e simplicidade, sem hora para acabar :)

Equalizando disse...

Minha cidadezinha querida.

Fica melhor contigo, Lú.

:)